O objetivo deste trabalho foi demonstrar a demarcação do território indígena: Uma questão jurídica e educacional. O referencial teórico vem examinar que os processos históricos de luta e conquista do direito à terra dos povos indígenas na sociabilidade capitalista, é necessário dar uma breve descrição das relações entre as instâncias de poder e os povos indígenas na nossa formação social brasileira. A questão fundiária indígena é histórica e envolve vários problemas com o acesso e uso da terra. Um exemplo é a violência que os indígenas enfrentam durante conflitos diretos com a classe burguesa ruralista, que são proprietários do agronegócio, e que têm um efeito prejudicial sobre as populações indígenas que ainda vivem no campo. No presente estudo, o procedimento metodológico adotado tem como base Marconi e Lakatos (2011). Ambas autoras afirmam que a organização da pesquisa não deve ser aleatória, visto que é essencial coletar dados e empregar métodos adequados ao campo de estudo. Esta pesquisa se caracteriza como um estudo qualitativo, uma vez que busca investigar as comunidades indígenas. Como os povos originários utilizam a biodiversidade das florestas para sua sobrevivência e da família, os estudantes devem entender que eles são os verdadeiros guardiões das florestas. Esta consciência crítica é viabilizada no espaço escolar.
The objective of this work was to demonstrate the demarcation of indigenous territory: A legal and educational issue. The theoretical framework examines the historical processes of struggle and conquest of the right to land by indigenous peoples in capitalist society. It is necessary to give a brief description of the relations between the instances of power and indigenous peoples in our Brazilian social formation. The indigenous land issue is historical and involves several problems with access to and use of land. One example is the violence that indigenous people face during direct conflicts with the rural bourgeois class, who own agribusiness, and which has a detrimental effect on indigenous populations that still live in the countryside. In this study, the methodological procedure adopted is based on Marconi and Lakatos (2011). Both authors state that the organization of the research should not be random, since it is essential to collect data and employ methods appropriate to the field of study. This research is characterized as a qualitative study, since it seeks to investigate indigenous communities. Since indigenous peoples use the biodiversity of forests for their survival and that of their families, students must understand that they are the true guardians of the forests. This critical awareness is facilitated in the school environment.
El objetivo de este trabajo fue demostrar la demarcación del territorio indígena: una cuestión jurídica y educativa. El marco teórico examina los procesos históricos de lucha y conquista del derecho a la tierra de los pueblos indígenas en la sociabilidad capitalista, es necesario dar una breve descripción de las relaciones entre las instancias de poder y los pueblos indígenas en nuestra formación social brasileña. La cuestión de las tierras indígenas es histórica e implica varios problemas de acceso y uso de la tierra. Un ejemplo es la violencia que enfrentan los pueblos indígenas durante los conflictos directos con la clase burguesa ruralista, propietaria de la agroindustria, y que tiene un efecto perjudicial sobre las poblaciones indígenas que todavía viven en el campo. En el presente estudio, el procedimiento metodológico adoptado se basa en Marconi y Lakatos (2011). Ambos autores afirman que la organización de la investigación no debe ser aleatoria, ya que es fundamental recopilar datos y emplear métodos adecuados al campo de estudio. Esta investigación se caracteriza por ser un estudio cualitativo, ya que busca investigar a las comunidades indígenas. Dado que los pueblos indígenas utilizan la biodiversidad de los bosques para su propia supervivencia y la de sus familias, los estudiantes deben comprender que ellos son los verdaderos guardianes de los bosques. Esta conciencia crítica es posible en el espacio escolar.